Anônimo    Santos - SP em 31/01 - 13h09   
Data: 06 de Janeiro de 2012, fatídico dia que raios vitimaram pessoas no Guarujá - SP

Horário provável: cerca de 15 horas.

Nuvem (nuvens) que estimularam tempestade elétrica:

Tipo: cúmulos-nimbos com acoplamento de nuvem cirros-bigorna

Nuvem (nuvens) que desencadearam a tempestade elétrica e chuva:

Tipo: cúmulos-nimbos praecipitatio

Em anexo, segue respectivamente, imagens de nuvem cúmulos-nimbos com acoplamento de nuvem cirros-bigorna e nuvem cúmulos-nimbos praecipitatio.

As correntes ascendentes de ar sobem rapidamente, por conta do forte aquecimento das camadas inferiores da atmosfera. Com isso, os cúmulos-nimbos vão se amontoando, daí o nome latino cumulus, formando uma extensa nuvem que se desenvolve na vertical, podendo atingir até os 20 mil metros de altitude. Nessa altura, a parte superior começa a se achatar, formando cristais de gelo devido às baixas temperaturas em altitude e espalha-se com os ventos fortes também devido à altitude, formando a nuvem cirros em forma de bigorna... O fluxo intenso de ar frio ao redor da nuvem auxiliado pela formação de gotas de chuva e por vezes granizo, intensifica as correntes de ar descendente.

Para a formação de raios, é necessário haver separação de cargas elétricas. Isso ocorre quando há o choque de granizo com partículas de gelo no interior da nuvem cúmulos-nimbos.

Este tema tem a finalidade de utilidade pública, no sentido de alertar as pessoas sobre os riscos das tempestades elétricas, pelo ponto de vista, visual, procurando identificar as perigosas nuvens carregadas...

Em breve, estarei dispondo uma espécie de galeria de tipos de nuvens, também com a finalidade de utilidade pública e também, claro, de curiosidade...

Falando em curiosidade, as nuvens não são vapor de água e sim minúsculas gotas de água. O vapor de água, é, pois, invisível!














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