Gabriel Zaparolli    Torres - RS em 11/01 - 02h46   

Pesquisador independente registra sprites gigantes no céu de Torres, RS

Sprites capturados pela minha estação da BRAMON (GZT2/RS) ontem (10 de janeiro de 2017 pela madrugada)
Gabriel Zaparolli Torres-RS comentou em 11/01 - 20h29
Sim,são muitos lindos principalmente visto a olho nu!
masa antonio prado-RS comentou em 11/01 - 16h01
Que máximo, Gabriel, são lindos, parecem água-vivas no céu... Parabéns!
Administrador São Paulo-SP comentou em 11/01 - 07h05
Apesar dos sprites (ou gigantic jets) terem sido vistos algumas vezes no século passado, os cientistas atmosféricos só reconheceram sua existência após 1989, quando foram fotografados pelas câmeras a bordo dos ônibus espaciais.

Atualmente, devido à grande quantidade de câmeras de alta sensibilidade e maior interesse em sua observação, o registro dos sprites tem ocorrido com maior frequência, mas ainda os cientistas ainda não conseguiram decifrar como eles se formam.

Devido a altura em que ocorrem, os sprites são um verdadeiro fenômeno meteorológico espacial.

Eles se desenvolvem a cerca de 80 km e altitude e crescem em todos os sentidos, inicialmente para baixo e em seguida para cima.

O processo tem início quando um poderoso raio descarrega a energia do topo das nuvens próximas à superfície da Terra em direção à ionosfera, resultando no sprite (faísca, em inglês). O fenômeno é extremamente rápido e não leva mais de 20 milissegundos.

Administrador São Paulo-SP comentou em 11/01 - 07h02
Maravilha!!! Parabéns pelo registro dos sprites. Fale um pouco mais sobre eles!













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