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Administrador      
A instablidade na ionosfera atingiu o nível KP=6 por duas vezes nas últimas 24 horas. Isso aconteceu devido ao impacto do vento solar que escapa de um buraco coronal e que neste momento está pressionando a magnetosfera terrestre a mais de 600 km/s, ou 2.16 milhões de km/h. Ao que tudo indica, o efeito dessas rajadas intensas de partículas deve durar pelo menos mais 24 horas. Os interessados podem acompanhar o desenvolvimento do evento e os efeitos associados em nossa página de monitoramento solar. [Ver no Apolo11]


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Administrador      
Recentemente, em 14 de fevereiro de 2016, uma imagem bastante interessante foi registrada pelo telescópio solar SOHO. De acordo com o pessoal da ESA, que controla parte das operações do instrumento, o artefato foi causado por uma minúscula partícula de poeira que flutou na frente do sensor durante 17 segundos de exposição.
Fabricio Oliveira comentou
Só por curiosidade, como será que determinaram ser uma partícula de poeira? É por não aparecer em frames seguintes como aqueles artefatos mais comuns?
Administrador comentou
Fabrício, existem muitas formas para se determinar se é ou não uma poeira. No entanto, esses padrões e reflexos são manjadíssimos por todos que fazem astrofotografia. Ninguém nem questiona isso, pois se sabe a causa. Pelo foco, nota-se claramente que o objeto está próximo. Se estivesse colocado no sensor ficaria em foco. Pelo tamanho do rastro e tempo de exposição é possível conhecer o tamanho do objeto e distância. Existem muitos padrões de partículas. Veja este registro feito pelo Apolo11. Ele mostra uma insistente partícula na frente do sensor durante uma captura solar.
Link

Fabricio Oliveira comentou
Entendi, obrigado!
Muruci comentou
Ah sim, o exemplo que o Administrador usou ficou igual! Convenceu plenamente comparando um grãozinho na frente da lente com aquela formação cheia de meios tons e sombras de perspectivas.


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Administrador      
Um terremoto de 2.3 pontos de magnitude foi registrado no Brasil, a cerca de 1 km da cidade de Joaçaba, em Santa Catarina, a menos de 1 km de profundidade. A informação foi registrada pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo. De acordo com oo orgão, o evento ocorreu as 09h52 pelo horário de Brasília e teve seu hipocentro localizado abaixo das coordenadas 27.18S e 51.51W, a cerca de 5 km de Joaçaba, 2 km de Herval d'Oeste (SC) e 7 km da cidade de Luzerna (SC). (Crédito: Apolo11).
Johnny comentou
Acompanho o Painel global alguns anos já, daí esses dias me surpreendi com a bolinha branca em Londrina. Pensei, bom, está tendo desde dezembro esses tremores por lá e as universidades instalaram os equipamentos por lá e agora começaram a registrar. Pois agora esse em SC... lembro q os de MG eram registrados diferente com as circunferencias vermelhas no mapa, mas agora está aparecendo com mesma descrição dos terremotos comuns que acontecem pelo globo. Aumentou a abrangência dos equipamentos de detecção, ou realmente nunca ocorria nesses dois locais (PR e SC)?
Administrador comentou
Olá Johnny! Estamos plotando manualmente alguns sismos registrados pelo IAG-USP. Como existem muitas detecçoes falsas, aguardamos sempre eles confirmarem o evento antes de plotar. Abraço!



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