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Lab      
Uma formação de Bolha abaixo e acima uma região bem ativa, que em breve creio que estará com suas emissões viradas para nosso Planeta..Vamos acompanhar [Ver no Apolo11]
Lab comentou
O que eu gostaria de saber é como estão fazendo um passeio espacial na ISS com um Índice Kp assim..É prejudicial aos astronautas?
Rejaine Monteiro comentou
Boa pergunta, Lab. Vou tentar perguntar sobre isso no Twitter da ISS (vamos ver se respondem) A urgência desta EVA decorre do lançamento do cargueiro Progress (ocorrido hoje), cuja acoplagem deve ocorrer em dois dias com a ISS. Como a ISS precisa realizar manobras de re-orientação para a chegada do Progress, o módulo de transporte não pode estar na posição em que está. Como ele está "travado", exigiu-se essa EVA para que os astronautas façam a correção do mesmo. Penso que seja um risco, uma vez q se eles não conseguirem, o reposicionamento da ISS para receber a Progress ficaria prejudicado, mas não sei até que ponto o risco da exposição a tempestade compensa o risco de não corrigir o módulo. Não sei entendi bem pq não adiaram o lançamento da Progress para deixar o lançamento após confirmada a correção, por exemplo...
João DS comentou
Olá Lab, creio que esta bolha não deve trazer grandes transtornos, porém logo acima de onde vc destacou tem uma nova mancha solar que deve ser nomeada como 2471, ela deve ficar de frente para a terra nos proximos dias e com grandes possibilidades de flares significativos, já abaixo da área central tem um grande buraco coronal voltado para a terra que pode se romper a qualquer momento elevando assim o indice KP, abraços
Lab comentou
Rejaine e João agradeço os dois pelos esclarecimento, tirou a duvida porque da EVA e sobre esta bolha.
Administrador comentou
Olá pessoal! É preciso separar tempestade geomagnética de flare solar. No caso atual, está ocorrendo uma tempestade geomagnética e consequente elevação índice KP devido à chegada de partículas carregadas que foram ejetadas do Sol na quarta-feira. A carga elétrica dessas partículas não tem qualquer capacidade de penetração. É uma radiação ionizante que pode excitar átomos na atmosfera e produzir auroras e também induzir pulsos eletromagnéticos. Nada além daquilo que a ISS e os astronautas já estão submetidos. Essas partículas, em termos de saúde, não provocam nada. Outra coisa muito diferente são os flares solares, pois são emissões de raios-x, altamente penetrantes. Tanto a ISS como a roupa dos astronautas são projetadas para bloquearem essas radiações, mas em caso de flares na classe-x maiores que 3 (x=>3) os cuidados devem ser redobrados. Não acredito que eles saissem da ISS caso houvesse previsão de flares dessa magnitude sobre uma mancha geoefetiva pois sem dúvida poderiam ser expostos a níveis elevados de radiação.
Rejaine Monteiro comentou
Valeu pelos esclarecimentos, Admin. Acho que eu estava fazendo confusão também. Será então que seria interessante incluir na página dos eventos solares do Apolo11/Radar (além do KP e Raio-X) uma escala dos alarmes, tal como faz o página do NOAA SWPC, por exemplo? Eles separam os três tipos de alarmes: um para Radio Blackouts (R1 a R5), outra Solar Radiation Storms (S1 a S5)e e por fim Geomagnetic Storms (G1 a G5). No caso, somente a escala "S" é que levaria algum perigo para os astronautas, por exemplo. Só não sei se criar mais alarmes tornaria mais claro ou se seria confuso para os participantes do painel.


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Rafael Nunes      
Caminhada espacial hoje ao vivo


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Jamile Baptista      
Na cidade de Londrina vem ocorrendo alguns "sismos" "inexplicáveis" até então. Os especialistas da USP foram chamados pelos geógrafos da UEL e não chegaram a uma conclusão exata. Os moradores estão de veras assustados, e o poder público não consegue explicar o fenômeno. Alguém poderia explicar mais sobre o tema? Segue link para maiores esclarecimentos [Ver site] forte abraço
Administrador comentou
Olá Jamile, boa tarde. Esses eventos recentes são muito fracos e pouco frequentes para serem estudados do ponto de vista geológico. Seria preciso que muito mais eventos acontecessem para que se possa triangular sua origem. É possível que tenham origem geológica, mas relacionados a acomodações rápidas de terra, uma vez que as testemunhas relatam sons parecidos com explosões. As vezes podem ser desmoronamentos subterrâneoos devido à infiltração de água. Pode ser também algo ligado à explosões clandestinas de dinamite. Geologicamente, é muito difícil saber do que se trata, pois seria preciso coletar muito mais dados.
Rejaine Monteiro comentou
Caramba, é impressionante a rachadura mostrada no vídeo da reportagem. Espero que descubram a causa, pois se eu estivesse no lugar desses moradores, também ficaria bastante preocupada.



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