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Carlos Araujo      
Bom dia! Estranho esse terremoto na Sul Dorsal Meso-Atlântica mais pela intensidade 6,3 Mg, sempre ocorrem nessa região mas d menor intensidade mas segundo a USGS sem maiores consequencias. ver: [Ver no Painel Global] [Ver site]
Kelvi comentou
pergunta de leigo (eu): um terremoto na dorsal meso-atlantica (aproximadamente a 15ºW de longitude) e outro nas ilhas Salomão (aproximadamente a 165ºE de longitude), latitudes bem próximas(16ºS e 13ºS, respectivamente).... tem relação entre si?
Kelvi comentou
(complementado o post anterior) o detalhe é: pontos simétricos do planeta
Deniset comentou
3 terremotos acima de 6 na escala, no dia de hoje 24.05
Gui bnu comentou
Parece que ocorre vez ou outra um sismo diferente da média na região, como o de 6.9 em 30.06.2014, o de 6.4 em 23.06.2013 e o de 6.6 em 10.09.2008. Como é uma zona de divergência, os maiores sismos não costumam ser maiores que essa média, justamente porque ao invés de se chocar as placas se afastam, causando eventualmente esses abalos.
Gui bnu comentou
Kelvi, só se sabe com certeza que muitos sismos são precedidos de abalos menores e sucedidos por muitos abalos secundários (aftershocks). Isso em níveis mais localizados, mas a ciência não consegue estabelecer uma relação irrefutável, nem conhecimento para provar ou refutar a sua hipótese.
silvia comentou
Boa tarde, Carlos, tenho um aplicativo Alerta Terremotos em meu celular e ontem as 21:39:36 horas deu alerta de um terremoto de 5,0 na Sul Dorsal Meso-Atlântica com 10 km de profundidade, as 01:53:22 veio outro comunicado de outro terremoto no mesmo local de 6,3, com 10 km de profundidade.
Kelvi comentou
Obrigado pela explicação.
Francisco P. Reig comentou
Olá Kelvi, me parece que ninguém te respondeu. Este ano houve uma outra situação com dois terremotos com essa mesma característica. Acredito que a ciência ainda não atribua nenhuma explicação para este fenômeno a não ser a misera coincidência. Porém de acordo com a minha inestimável opinião de leigo, precisaríamos analizar a questão por suas causas originais. Afinal, o que causa os terremotos? Isto é, o que causa os movimentos tectônicos. Na minha indisciplinada opinião, o magnetismo terrestre pode ser o principal fator dessa resposta. Mas infelizmente não disponho de meios e de saberes suficientes ainda para melhores explicações do que um simples palpite
Carlos Araujo comentou
Bom dia! Silvia qual o aplicativo que esta usando, pois existem vários apps.
Gui bnu comentou
Interessantes seus palpites Francisco. Sempre presto muita atenção neles, já que sabiamente são tratados como tal. Alguns cientistas também consideram muito que a liberação de energia de uma área resulta em aumento de pressão em outra área, mesmo a longas distâncias, mas é consenso que necessitamos de mais estudos e informações pra confirmar a ligação entre eles. Seria ótimo se tivéssemos condições de compreender essa dinâmica caótica, pois seria um passo importante para futuras previsões.
Loyola comentou
Bom dia. Em resposta ao que foi postado por aqui, como diz o próprio Apolo XI, os terremotos são causados pela moviemntação das placas tectônicas. Entrar no detalhe da constituição de cada placa (tipos de rochas, idade, etc), demandaria escrever muito. A aceitação da existência das placas é algo mais ou menos recente, metade do século passado. A compreensão ideal ainda vai demorar muito, pois as propriedades do interior da terra ainda são obtidas por meios indiretos. Agora, desconheço nos meios científicos alguma referência se existe alguma conexão entre a pressão interna do nosso planeta com o geomagnetismo, e este seria responsável pelos terremotos.
Francisco P. Reig comentou
Como dito pelo Silva, é apenas um palpite de um leigo. Porém, realmente a relação entre gravidade e eletromagnetismo é de difícil comprovação científica e não sou instruído o suficiente para explicar melhor, ainda assim alguns fenômenos eu posso exemplificar, a partir deles fazer conjecturas e tentar responder - mesmo que com o meu vocabulário amador - a dinâmica parcial de alguns desses fenômenos, obviamente, não disponho de comprovações científicas, todavia me valho da simples lógica, de postulados já aceitos e da observação dos fatos.
Francisco P. Reig comentou
A eletricidade, pela sua própria natureza, tende a se movimentar para o exterior dos corpos, isso é válido tanto para a escala de um átomo, como para a escala de um objeto de uso cotidiano, como para um corpo do tamanho que é o planeta que habitamos. Isso se daria - de acordo com a minha inevitável opinião - exatamente pela intensa agitação que os elétrons possuem, forçando-os a se direcionarem para o exterior dos átomos pela simples força centrífuga (a qual da verdade é sujeita a uma simples questão de geometria) que se necessário posso explicar. Conforme a natureza numérica cada elemento, a transferência de elétrons de um átomo para outro se dá mais ou menos facilmente, no caso dos metais essa transferência é relativamente fácil, especificamente porque estes elementos possuem a penúltima sub camada incompleta, fazendo com que os elétrons da última camada se transfiram na ocasião e direção do impulso magnético, isto é o excedente elétrico. Além disso - embora eu não tenha certeza se isso seria considerado uma relação entre gravidade e magnetismo - podemos perceber que o acúmulo de cargas elétricas anula sim parcialmente o efeito da força gravitacional, por exemplo: A água do oceano e a água contida nos vegetais, recebe a radiação ionizante do Sol, é energizada e ionizada, quando sob a forma de nuvens, embora pesem toneladas e sejam muito frias, permanecem flutuando em suspensão até que por ocasião precipitem. Note que o que proporciona este efeito é a própria mecânica interna dos átomos, que ao receberem elétrons, provavelmente se tornam mais agitados e menos densos, tanto pela maior agitação das partículas subatômicas, como pela maior quantidade de partículas subatômicas, ambos os fatores aumentando o raio dos átomos e assim aumentando a distância entre uns e outros, fazendo-os flutuar. Utilizei esta comparação com a atmosfera pois é algo mais comum no nosso dia-a-dia, a qual também temos certa experiência visual. Contudo, o mesmo se dá no interior da terra, porém em diferentes proporções, certamente certas substâncias são mais sensíveis as variações eletromagnéticas. O fluxo magnetismo oriundo do Sol, bem como o fluxo magnético oriundo do centro da Terra certamente movimentas essas partículas ocasionando a intensificação dos movimentos tectônicos. Isto não deixa de ser a opinião de um leigo, e não pretendo que seja interpretada como verdade, nem nada aquém de uma simples sugestão. Continua...
Francisco P. Reig comentou
Continuando... É a própria pressão gravitacional e magnética que o conjunto dos átomos deste planeta fazem mutuamente entre si que gera o campo gravitacional e o campo magnético. O que ocorre é que o raio atômico dos átomos deste conjunto são comprimidos pela força gravitacional do próprio conjunto, gerando um diferencial, um campo excedente que transpassa vários quilômetros além do solo. Essa intensa pressão e supressão dos raio atômicos também impede e permanência dos elétrons, bem porque, além disso, a agitação é muito intensa sob tais condições de temperatura e pressão, desenvolvendo preferência pela posição as partícula que menos se agitam isto é, os prótons. Desse modo os elétrons se movimentam para fora da massa sólida assim gerando um fluxo magnético atmosférico no sentido Norte-Sul (geograficamente Sul-Norte) e um fluxo pelo solo no sentido inverso. Considerando todas as proposições até então como válidas, posso dizer também que o magnetismo tem naturalmente um simetria espontânea, os principais exemplos são os próprios imãs e os pólos magnéticos da Terra, sendo assim poderia ser possível que uma variação interna deste fluxo magnético - que não deixa de ser uma forma de radiação - se desenvolvesse bi-diametralmente ao pelo interior o planeta, se mantendo simetricamente oposto um ao outro mas em uma mesma latitude, assim ocasionando movimentos tectônicos praticamente simétricos e simultâneos. Porém relembro e confirmo que esata são apenas opiniões de um leigo e não cumprem todo o rigos científico e experimental, sendo talvez uma mera hipótese. Obrigado Gui Bnu e Loyola, pela atenção. Corrigindo o comentário de 12:22, o correto seria: Como dito pelo Gui Bnu.
Raphael Cozzi comentou
O campo gravitacional é formado pela distorção do espaço-tempo.
Loyola comentou
Francisco, o que prendi na época de aluno do curso de geologia, mais de 35 anos atrás, é que o magnetismo fica preservado nas rochas. Assim se mapeia, por exemplo, as rochas oriundas da dorsal meso atlântica, sua distância e o tempo em que foram expelidas. Ao nível atômico, até a idade das rochas é estudado, a partir da perda de massa (em elétrons) de determinados elementos. Por estes 2 motivos acho difícil a comprovação de sua teoria. Entretanto o primeiro livro de geologia estrutural que estudei ainda não trazia a teoria da tectônica de placas, e muitos daqueles que a difundiram foram ridicularizados no começo. Logo, toda teoria é bem vinda, pois vale a pena sugerir hipóteses, isto é ciência. Quem sabe suas teorias não serão comprovadas, pelo menos em parte. Na questão de terremotos, como postei uns dias atrás, os tremores de baixa velocidade não eram nem pensados e estudados poucos anos atrás.
Administrador comentou
Olá pessoal, boa noite. Entendo que quando o assunto nos fascina, mas não o entendemos perfeitamente, é natural que formulemos teorias, algumas delas até bem interessantes. No entanto, quando nos aprofundamos no assunto, vemos que outras pessoas ou grupos também se interessaram por ele e passaram a estuda-lo profundamente, produzindo trabalhos científicos sólidos e fortemente embasados por outros estudos acadêmicos. Esse é o caso da pergunta chave feita abaixo: "O que move as placas tectônicas?". Sem querer polemizar ou menosprezar qualquer parecer ou teoria, essa dinâmica é amplamente conhecida por quem estuda e/ou se aprofundou em geofísica. Atualmente, sabe-se que toda a movimentação das placas tectônicas ocorre devido às correntes de convecção que fluem desde o centro da Terra. Essas correntes agitam o magma abaixo das placas, que por sua vez se movimentam. Um experiência ilustrativa seria recortar diversos pedaçõs de papelão e coloca-los sobre a água depositada em caldeirão ou panela. Com a água fria, os pedaços de papelão permaneceriam imóveis, mas à medida que água se aquece, nem que seja somente alguns graus, passam a se movimentar devido às ondas de conveção que fluem do fundo do recipiente aquecido. Essa dinâmica de movimentação de placas não é uma invenção de última hora, mas é o resultado de anos e anos de pesquisa amplamente aceita pela comunidade científica, além de ser o resultado de modelagens feitas em computadores. Naturalmente, com novas descobertas essa teoria pode sofrer modificações ou até mesmo ser totalmente revista, mas atualmente, com o conhecimento que Homem dispõe, essa é a explicação científica para a movimentação das placas. :-)
Kelvi comentou
Está para nascer o homem que unificará a física quântica e a relatividade geral. Mas a tentativa foi boa, e a discussão tb! Ciência não é dogma e a intuição também pode ser o germe de uma teoria, como ja aconteceu no passado.
Carlos Araujo comentou
Parabéns pela aula Administrador e resolvi postar o informe do LabSis/UFRN no blog Sismos do Nordeste que fica próximo a região e que também foi publicado no Twitters em Ação aqui ao lado da pagina. [Ver site]
Marcos Passetti comentou
boa noite amigos... A dorsal meso atlantica costuma ser calma, por serem placas de afastamento, a lacuna é preenchida e soldada com magma oriundo do interior formando a maior cadeia de montanhas do mundo...Levando isso em consideração "eu" acredito q tais terremotos sejam causados por forças internas de magma que ao preencher a fenda por vezes acaba provocando um subto aclive... isso talvez explicaria o tsuname de São Vicente em 1542
silvia comentou
Boa noite Carlos, Uso 4 aplicativos: Earthquake Alert, Alerta terremotos, Seismology e o Disaster Alert.
Loyola comentou
Por coincidência saiu um longo artigo relatando as dúvidas dos cientistas sobre o terremoto no Nepal e o deslocamento da Placa da Índia. Até poucos anos atrás se achava que a Placa da Índia já tinha ido ao seu máximo em direção norte, e que começaria a fazer o caminho inverso. Porém a prática demonstra o contrário. O artigo é muito bom e faz várias referências ao magnetismo e as rochas, como havia escrito antes no meu comentário. [Ver site]
Administrador comentou
Muito bom o artigo, Loyola!



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