Anônimo    - em 25/08 - 09h23   
Bom dia a todos do PG, aqui no Rio de Janeiro o domingo está simplesmente lindo, céu azul para todos os hemisférios, do meu ponto de visualização, é claro.

Alguém do PG já escutou o Sol? Isso mesmo que eu disse escutar o Sol. A primeira vez que eu fiz isso eu tinha uns 14 ou 15 anos. Eu liguei um foto sensor LDR a um pequeno amplificador e ficava ouvindo as variações nas modulações da frequência da luz do Sol. O som é realmente como uma tempestade. Hoje, por causa das imagens no SOHO eu visualizo o que eu ouvia, é muito legal.

Carlos Alberto

Anônimo - comentou em 27/08 - 16h58
Olá amigos do PG, boa tarde!

Peço desculpas por não ter respondido antes, pois somente agora li a pergunta do amigo ORTIZ lá embaixo.

Sim, a resposta do Administrador procede, eu não entrei em detalhes aqui por que também um dos objetivos do PG, o Administrador me corrija se eu estiver errado, é estimular os participantes a fazerem suas próprias pesquisas e indagações científicas. Sim, o espectro de um LDR é, como foi bem explicado, limitado, mas outros sensores podem ser utilizados como o infravermelho de uma TV, mas segundo o Administrador, que não foi chato, mas que jogou um pouquinho de água fria nos amigos (risos), também não adiantaria. Mas façam a experiência e descubram por si mesmos o que era o barulho que eu ouvia.

Carlos Alberto

Lab Itapira-SP comentou em 27/08 - 14h45
Grato pelo esclarecimento Rogério.
Administrador São Paulo-SP comentou em 27/08 - 07h10
Olá Lab, sim uma pequena parcela dos sinais nesta banda provêm diretamente do Sol, mas a maior parte dos ruídos é indireta e está ligada à alterações na ionosfera, também provocadas pelo Sol.

Algumas bandas bem específicas em ondas curtas são usadas para se avaliar esses disturbios, principalmente as faixas de 80 metros e 10 metros. São "janelas" bastante usadas por pesquisadores amadores para "observar" eventos solares.

Lab Itapira-SP comentou em 26/08 - 22h39
Rogério o som nos rádios de ondas curtas também podem vir do nosso Sol?
Klaus Santos-SP comentou em 26/08 - 15h01
É só montar um receptor VLF para captatar distúrbios ionosféricos repentinos (SID). Geralmente um SID é causado por uma grande explosão solar (classes M ou X). Tem um monte de projetos experimentais na WEB, eu ainda não construi nenhum, mas vale a pena procurar e tentar.
Administrador São Paulo-SP comentou em 26/08 - 09h58
Olá pessoal, vou ser bem chato, mas é importante não haver confusão das coisas.

O LDR é sensível no comprimento de onda entre o amarelo e o verde e neste espectro não tem nada de interessante no Sol.

Lá, as coisas "acontecem" em regiões bem distintas que são o ultravioleta extremo, raios-x e hidrogênio-alfa.

O ultravioleta mostrado nas imagens do SOHO tem comprimentos de ondas muito específicos e estreitos e não chegam à Terra, apesar de serem altamente energéticos. Os raios-x, também não chega e é absorvido na atmosfera. O hidrogênio-alfa é o único que chega à Terra e teoricamente poderia ser detectado "meio fraquinho" por um LDR, mas seu comprimento de onda é muito estreio, da ordem de 0,5 angstrom, o que demanda um filtro altamente seletivo para separa-lo do "continuum" da emissão.

Acredito que as variações que o Carlos detectou, e que que estão no espectro da luz visíviel, esteja relacionadas à fatores atmosféricos em especial às correntes de jato, nebulosidade e também à concentração momentânea de poluentes que absorvem nos comprimentos de onda entre o amarelo e o verde, mas nunca em relação à variações do brilho do Sol. São coisas bem diferentes!

Anônimo Rio de Janeiro-RJ comentou em 25/08 - 22h48
Carlos Alberto, achei interessante esta experiência com o LDR. Tem a especificação do LDR?Qual tipo de amplificador? Tem algum esquema? Há variações de som (modulação) em função de quê? Caso vc ache melhor, apanhe o endereço da minha caixa postal e me dê as dicas. Eu participo de um curso por teleconferência do norte dos EUA com o Rio, e, em época de grandes tempestades geomagnéticas, é audível uma variação do sinal ao ponto de cair as conexões(coincidentemente ou não, não sei). Antecipadamente grato, Abraços. RICARDO ORTIZ
Anônimo - comentou em 25/08 - 18h35
Agradeço ao Administrador e a todos os amigos do PG pela atenção. Agora é hora de eu processar as informações.

Para terminar, agora a noite, aqui no Rio de Janeiro está começando a esfriar após um domingo esplendoroso.

Carlos Alberto

Administrador São Paulo-SP comentou em 25/08 - 17h45
Olá Carlos, a posição do SOHO está certa. A das Stereo você pode ver neste link: [Ver site]
Anônimo - comentou em 25/08 - 17h31
Obrigado Danica pelo link do vídeo ajudou bastante sim. Pelo que eu entendi no vídeo, esses satélites estão estacionados no mesmo plano “horizontal” que as órbitas dos planetas.

Por favor, me confirmem se o posicionamento dos satélites Stereo A, Stereo B e a Soho é esse do link abaixo?

Link: [Ver site]

Danica Vitória-ES comentou em 25/08 - 14h56
Boa tarde Carlos!! Acredito que o vídeo dessa página [Ver site] possa te ajudar a entender o modelo que o Rogério passou.
Anônimo - comentou em 25/08 - 13h57
Caro Administrador, me desculpe eu estar “enchendo a sua paciência”, mas ao olhar para a primeira imagem espiral em movimento, me parece que o nosso “olho eletrônico” estaria observando o Sol de uma posição vertical em relação às órbitas horizontais dos planetas do nosso sistema solar. Veja, por favor, essa montagem que fiz com imagens para ilustrar. Seria isso?

Carlos Alberto

Anônimo - comentou em 25/08 - 13h11
Administrador, eu fui ao link do Apolo 11, mas com tantas cores e movimentos espirais, eu confesso que não consegui visualizar mentalmente como se sabe quando certa explosão solar vem em nossa direção. Falta-me dados para entender o evento. Provavelmente para você que já está acostumado é muito mais fácil, mas para pessoas como eu dá até uma tontura olhar para as imagens.

As imagens são do nosso “olho eletrônico” no espaço, mas em que plano, em que ângulo? Onde eu posso encontrar estas explicações.

Carlos Alberto

Anônimo - comentou em 25/08 - 12h46
Obrigado Administrador pela confirmação, eu desconfiava que fosse isso, mas desconfiar não é saber. Mas e quanto à questão de como os observatórios sabem que certa explosão solar vem em nossa direção? O nosso “olho eletrônico” no espaço está posicionado em que ângulo em relação à Terra?

Vemos explosões solares localizadas, mas também, como no dia em que o cometa supostamente se chocou com o Sol, houve uma ejeção uniforme em todo o Sol, é a esse tipo de ejeção que os observadores falam que vem em direção a Terra?

Administrador São Paulo-SP comentou em 25/08 - 12h10
Carlos, acompanhe o desenvolvimento das tempestades através do modelo solar.[Ver site]

Quanto às imagens, o círculo menor é o Sol.

Lab Itapira-SP comentou em 25/08 - 11h50
Eu gostava de ouvir usando um radio de O.C.
Anônimo - comentou em 25/08 - 10h26
Mais uma dúvida, as explosões solares variam tanto em intensidade como em localidade (hemisférios) do Sol. Como se sabe quando uma explosão solar estaria vindo em direção a terra? Como eu posso, mediante as imagens do SOHO saber disso?

Carlos Alberto

Anônimo - comentou em 25/08 - 10h14
Amigos do PG, eu tenho uma dúvida, as imagens do Sol no Site SOHO tem um circulo no centro com outro círculo menor mais ao centro. Pergunto: Quais dos dois representam o diâmetro do Sol? Digo isto, pois, naquela suposta colisão do cometa com o Sol a superfície solar seria a do circulo maior?

Carlos Alberto














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