Sousa    Lisboa - XX em 08/10 - 02h35   
Já agora deixo uma pergunta e umas informações:

1º a pergunta: Vi num "site" que o cometa ISON mudou a sua rota e vai passar a apenas uns 15000 mil kilometros da terra (sei que deve ser mentira mas prontos gostava de saber na mesma se houve algum desvio de rota)

Informações: Calor em Portugal continental para os próximos dias, as temperaturas vão surpreender em pleno Outono/Inverno as mesmas irão ultrapassar em certos sítios mais de 34º .

Alerta amarelo derivado a Chuva para os açores- Depois das ilhas terem sido ameaçadas por uma tempestade tropical a mesma vai descarregar para hoje e amanhã sobretudo no grupo ocidental e central.

tavinho São Paulo-SP comentou em 08/10 - 15h33
Correção:

Voyager 1 pegou impulso na orbita de Júpiter e Saturno.

Voyager 2 se impulsionou em Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

tavinho São Paulo-SP comentou em 08/10 - 15h20
Perfeita Rojaine no seu comentário, a instabilidade é que nos causa apreensão. Temos em mente exemplos de sondas, como a voyager 1 e 2, que foram impulsionados na orbita de Saturno. No caso de ISON a proximidade com Marte, gera especulações de todo tipo. Obrigado Klaus pelo vídeo, muito bom para conhecermos os fundamentos das leis de Keplere. E parabéns Admin, os três exemplos citados ilustra muito bem nossa preocupação.
Rejaine Monteiro Belo Horizonte-MG comentou em 08/10 - 13h10
Ahh, agora sim, compreendi melhor sobre a instabilidade dos comentas (pensava que a instalabilidade se referia a órbita!!!) Valeu, Admin, por mais essa aula perfeita!
Administrador São Paulo-SP comentou em 08/10 - 13h02
Digno de nota foi o Shoemaker-Levy, que se chocou contra Júpiter. Na ocasião, os cálculos mostravam claramente que ele seria aprisionado pelo campo gravitacional de Júpiter. E deu no que deu!
Administrador São Paulo-SP comentou em 08/10 - 12h59
Olá Rejaine. Os cometas têm "comportamentos" instáveis, mas não orbitas instáveis.

Essa instabilidade de comportamento pode faze-lo perder massa, o que naturalmente interfere na forma como será atraído ou catapultado por um objeto maciço, mas uma vez determinada sua trajetória, não tem mais como muda-la, a não ser que se choque com algum objeto.

O problema está no periélio, pois não se sabe como será a ação do calor sobre a massa cometária.

Lembra do Elenin? Ele iniciou o contorno em torno do Sol, mas só soubemos que ele foi pulverizado depois que as imagens não mostraram mais ele no local esperado.

Lembra do Lovejoy? Como tinha muito mais massa, não foi pulverizado pelo calor e seguiu exatamente a trajetória natural.

Rejaine Monteiro Belo Horizonte-MG comentou em 08/10 - 12h37
Olá Klaus, ótima dica... Falando como uma completamente leiga no assunto, particularmente acho que o que gera muita confusão sobre a trajetória do ISON (e de outros cometas) é que muitas vezes, ao lermos artigos sobre eles, nos deparamos com frases do tipo: "calma pessoal, o comenta ISON não vai se colidir com a terra ou vai passar muito distante para nos preocuparmos" enquanto que no parágrafo seguinte no mesmo texto se lê que "cometas possuem órbitas bastante instáveis, o que que não torna possível precisar exatamente o que vai acontecer com o ISON". Enfim, eu confio totalmente nas previsões e opiniões dos especialistas e estudiosos, mas por outro lado, entendo perfeitamente as dúvidas que a galera tem, pois é um assunto muito desconhecido para a maioria das pessoas. Ainda bem que temos muitas fontes confiáveis e excelentes (como Apolo11 e PG) para esclarecer as dúvidas...
Administrador São Paulo-SP comentou em 08/10 - 11h33
Valeu Cláudio!
Klaus Santos-SP comentou em 08/10 - 08h59
Rogério vou aproveitar seu cometário sobre Kepler. Tem muita gente perguntado o que vai acontecer como o ISON depois que ele passou por Marte e se ele pode mudar sua trajetória e até colidir com a Terra, ou coisa parecida, o que eu considero nornal esse tipo de pergunta levando em conta algumas informações equivocadas que aperecem na WEB sobre esse asunto. Os cometas são um bom exemplo de objetos em nosso sistema solar que podem ter órbitas muito elípticas, e como tu disse basta comhecer os fundamentos das leis de Keplere e a complexa elegancia da mecanica celeste e entender todo esse processo. Um vídeo muito bom com uma aula do prof. David L. Goodstein da Caltech pode esclarecer em parte essa duvidas, mas sempre lembrando a enorme contribuição de um sujeito chamado Isaac Newton...!
Link

tavinho São Paulo-SP comentou em 08/10 - 08h04
Nova imagem do ison

[Ver site]

Administrador São Paulo-SP comentou em 08/10 - 07h25
Olá Souza. ISON não mudou de rota e segue fielmente a trajetória natural prevista pelas leis de Kepler. :-)













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